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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

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POLÍCIA CIVIL DE RONDÔNIA DEFLEGA SEGUNDA FASE DA OPERAÇÃO “ARUR BETACH” E PRENDE SUSPEITOS DE TORTURA

Operação investiga grupo criminoso que teria submetido vítimas a castigos físicos sob ordem de influenciadora digital; três mandados de prisão preventiva cumpridos nesta sexta-feira (23)

Notícias de Porto Velho
Por Notícias de Porto Velho
POLÍCIA CIVIL DE RONDÔNIA DEFLEGA SEGUNDA FASE DA OPERAÇÃO “ARUR BETACH” E PRENDE SUSPEITOS DE TORTURA
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Porto Velho, RO — 23 de janeiro de 2026 — A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 1), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECCO), deflagrou na manhã desta sexta-feira (23) a segunda fase da Operação “Arur Betach”, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva contra suspeitos de envolvimento em atos de tortura.

A operação tem como foco a continuidade das investigações iniciadas em outubro de 2025, após a prisão de uma influenciadora digital acusada de ordenar que membros de uma organização criminosa aplicassem castigos físicos, na modalidade de tortura, contra duas vítimas. As apurações indicam que os suspeitos integravam uma facção criminosa e utilizavam ameaças e violência física para intimidar as vítimas.

O nome da operação — “Arur Betach” — é uma expressão do hebraico que significa “maldito o que confia no homem”, referência à passagem bíblica citada pela própria influenciadora em suas redes sociais, logo após os fatos serem tornados públicos.

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Com a segunda fase, a DRACO 1 identificou e prendeu três novos coautores do crime, ampliando o escopo da investigação e reforçando a tese de que o caso não se limita a um ato isolado, mas sim a uma estrutura organizada de poder e controle violento.

“Estamos diante de um caso grave, que envolve uso de influência digital para mobilizar violência real. A prisão dos demais envolvidos demonstra nosso compromisso com a justiça e com a proteção das vítimas”, afirmou o delegado responsável pela DRACO 1, que pediu anonimato por questões de segurança operacional.

As prisões ocorreram em diferentes bairros de Porto Velho e contaram com o apoio de equipes especializadas da Polícia Civil. Os presos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça.

A investigação segue em andamento, e novas fases podem ser deflagradas conforme avançam as apurações. A Polícia Civil ressalta que a operação visa desmantelar toda a estrutura criminosa envolvida nos atos de tortura e intimidação.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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