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Sabado, 18 de Abril de 2026

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Foragido da Justiça, presidente do IVL usa redes sociais para rebater PGR

No sábado (27), o ministro Alexandre de Moraes decretou prisão preventiva de Carlos Rocha, que também está impedido de usar redes sociais

Notícias de Porto Velho
Por Notícias de Porto Velho
Foragido da Justiça, presidente do IVL usa redes sociais para rebater PGR
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O presidente do IVL (Instituto Voto Legal), Carlos Rocha, condenado na ação penal que apurou a tentativa de golpe de Estado, usou as redes sociais para rebater a acusação da PGR (Procuradoria-Geral da República) que o levou à condenação.

Carlos Rocha respondeu a uma postagem feita por uma outra pessoa que o apontava como foragido da Justiça. No texto ele diz: “O PGR fez uma avaliação muito positiva do nosso relatório técnico e da minha qualificação profissional na acusação ao Núcleo 1 […]. Em absoluta contradição, o mesmo PGR afirmou exatamente o contrário na acusação ao Núcleo 4”, escreveu no LinkedIn.

No meio da publicação, postou um vídeo em que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, fala sobre o relatório elaborado pelo IVL sobre as urnas eletrônicas. Em nenhum momento ele cita onde está e por que não se apresentou à Justiça para cumprir prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no sábado (27).

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A ordem de prisão foi tomada “de ofício”, ou seja, sem provocações da PGR (Procuradoria-Geral da República) ou da PF (Polícia Federal). A determinação teve o objetivo de evitar novas fugas de condenados.

A decisão foi proferida após o ex-diretor geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques ser preso no Paraguai na madrugada de sexta-feira (26).

Além da prisão domiciliar, foram impostas a Carlos Rocha medidas cautelares, como a proibição de uso de redes sociais e de contato com outros investigados.

O presidente do IVL foi condenado a sete anos e seis meses de prisão por participação na trama golpista. A atuação dele teria se dado na produção e divulgação de relatório falso sobre falhas nas urnas para justificar a contestação do resultado eleitoral.

Ele foi condenado apenas por dois dos cinco crimes apontados pela PGR: organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

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FONTE/CRÉDITOS: GZ RONDONIENSE
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