O homem apontado como principal suspeito de matar a enfermeira indígena Gleicia Arikapú, crime ocorrido dentro da Aldeia Arikapú, na zona rural de São Miguel do Guaporé (RO), se apresentou à Polícia Civil acompanhado de um representante da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
Durante o depoimento, ele foi ouvido pelas autoridades e, em seguida, liberado, já que não havia mandado de prisão em aberto nem situação de flagrante no momento da apresentação.
A liberação gerou forte repercussão e indignação entre moradores da região e integrantes da comunidade indígena, que cobram justiça e uma resposta mais firme diante da gravidade do caso. Gleicia foi morta com um disparo de arma de fogo dentro da própria residência, crime que causou grande comoção na aldeia.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam e que novas diligências estão sendo realizadas para esclarecer completamente o homicídio. Testemunhas já foram ouvidas e laudos periciais devem ajudar a confirmar a dinâmica do crime e a responsabilidade do suspeito.
Ao final do inquérito, o homem poderá ser indiciado, e a Justiça decidirá sobre possíveis medidas, incluindo um eventual pedido de prisão. Enquanto isso, familiares e membros da comunidade seguem abalados e aguardam por respostas.
ATUALIZAÇÃO - MARIDO FOI PRESO NESTA SEGUNDA (4)
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