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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

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Goleiro Bruno é demitido e denuncia: “Não compactuo com vagabundagem”

Atleta foi demitido do Capixaba após reclamar de falta de estrutura; clube nega irregularidades

Notícias de Porto Velho
Por Notícias de Porto Velho
Goleiro Bruno é demitido e denuncia: “Não compactuo com vagabundagem”
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O goleiro Bruno Fernandes, condenado em 2013 pela morte de Eliza Samudio, diz ter sido demitido pelo Capixaba Sport Clube, do Espírito Santo, após denunciar salários atrasados e falta de estrutura para atletas. “Não compactuo com vagabundagem e pilantragram”, reclamou o atleta em um vídeo publicado nas redes sociais.

O time, porém, nega e diz que não há salários atrasados e justifica as atuais dificuldades financeiras com a perda de “apoios e patrocínios” após o anúncio de Bruno como membro do plantel.

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O atleta chegou ao time capixaba em 2026 para disputar o estadual, porém anunciou a sua saída após três rodadas.

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Denuncia

O atleta afirmou que a causa da sua demissão foi a cobrança de melhores condições aos atletas e pelo pagamento de salários atrasados. Ele explica que deixa o time de “cabeça erguida” e que não compactua com “vagabundagem e pilantragem”.

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Em outro vídeo, Bruno reclama da falta de estrutura do alojamento e de alimentação para os atletas. Ele afirma que os colegas são “heróis” e que há “salários atrasados”.

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Clube nega irregularidades

O presidente do time, Daniel Costa, negou irregularidades. Ele alega que “o clube passou a sofrer impactos financeiros, com a perda de apoios e patrocínios, em razão da repercussão negativa associada a questões pessoais do atleta, que acabaram sendo vinculadas à imagem da instituição” e que “não existem salários atrasados”.

Leia a nota do Capixaba na íntrega:

“O Capixaba Sport Club, por meio de seu presidente Daniel Costa, vem a público se manifestar diante da repercussão recente envolvendo o atleta Bruno.

Desde sua contratação, o clube passou a sofrer impactos financeiros, com a perda de apoios e patrocínios, em razão da repercussão negativa associada a questões pessoais do atleta, que acabaram sendo vinculadas à imagem da instituição.

Mesmo assim, o Capixaba manteve sua postura, acreditando no papel social do esporte, na ressocialização e na oportunidade como instrumento de transformação de vidas — valores que fazem parte do DNA do clube.

Somos um clube familiar, conhecido como o clube da oportunidade, que hoje desenvolve um projeto forte, competitivo e promissor com o Capixaba 2026, com jovens atletas que vêm se destacando e sonhando alto.

O Capixaba Sport Club esclarece que todos os contratos foram assinados a partir de 2 de janeiro de 2026, data em que os atletas iniciaram oficialmente suas atividades.

Reforçamos de forma clara: não existem salários atrasados.
O clube está em dia com suas obrigações, sendo que eventuais valores citados referem-se apenas a ajustes proporcionais pela antecipação da chegada de atletas, conforme previsto contratualmente.

Lamentamos quando condutas isoladas acabam ofuscando o brilho de jovens promissores, que honram esta camisa e enxergam no Capixaba a chance de transformar suas histórias e as de suas famílias”.

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Polêmica

Bruno também é goleiro do Rive Atlético Clube, time amador da cidade de Alegre, no Espírito Santo.

O clube anunciou a venda da camisa “1” por R$129,00 e “com assinatura” e gerou diversas reações, favoráveis e contrárias, à venda e ao atleta.

Condenação de Bruno

Em março de 2013, o ex-jogador do Flamengo foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio. Ele foi considerado culpado por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver.

Em julho de 2019 ele obteve o direito à progressão ao regime semiaberto. Desde janeiro de 2023 Bruno está em liberdade condicional.

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FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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