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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

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EUA veem Eduardo Bolsonaro como favorito para 2026, mas evitam interferir abertamente na eleição brasileira

Apesar de aposta em vitória do parlamentar ainda no primeiro turno, Casa Branca teme que apoio explícito empolgue base lulista

Notícias de Porto Velho
Por Notícias de Porto Velho
EUA veem Eduardo Bolsonaro como favorito para 2026, mas evitam interferir abertamente na eleição brasileira
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O governo do ex-presidente Donald Trump acredita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será derrotado nas eleições presidenciais de 2026 — “talvez até no primeiro turno” , segundo relatos de interlocutores próximos à Casa Branca . O nome visto com mais simpatia pelos círculos conservadores norte-americanos é o do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) , figura frequente em visitas oficiosas aos poderes Executivo e Legislativo dos Estados Unidos .

Na quarta-feira (25/6), a equipe de Trump tomou conhecimento de uma nova pesquisa eleitoral que mostra Lula com 41,6% das intenções de voto , contra 39,1% de Eduardo Bolsonaro . Apesar de estreita, a vantagem do atual presidente não desanimou Washington, que interpretou os números como sinal de que Eduardo é um candidato competitivo — algo que reforçaria sua posição em uma futura disputa.

Alinhado com a visão geopolítica da administração trumpista, Eduardo tem se destacado internacionalmente por posições firmes em temas como livre comércio, defesa da democracia e crítica às sanções internacionais ao Brasil , especialmente as relacionadas ao ministro Alexandre de Moraes , do Supremo Tribunal Federal (STF) .

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Setores próximos ao ex-presidente norte-americano acreditam que essa proximidade ideológica pode abrir espaço para um apoio mais direto dos EUA em sua campanha, caso decida concorrer. No entanto, a Casa Branca mantém cautela.

Integrantes do entorno de Trump ouvidos pela coluna avaliam que qualquer intervenção explícita dos Estados Unidos na eleição brasileira , mesmo que retórica, pode causar efeito contrário , impulsionando a imagem de Lula como defensor da soberania nacional e fortalecendo sua base eleitoral.

Assim, embora Washington já tenha escolhido seu preferido para o Palácio do Planalto , o movimento estratégico será de discrição e observação , sem declarar apoio formal enquanto o cenário político interno brasileiro não ficar mais claro.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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