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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

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Conflito em Gaza pressiona Lula: aumento da cobrança por rompimento com Israel

Setores do PT, ativistas e personalidades brasileiras exigem postura mais firme do governo, incluindo sanções e rompimento diplomático com Tel Aviv

Notícias de Porto Velho
Por Notícias de Porto Velho
Conflito em Gaza pressiona Lula: aumento da cobrança por rompimento com Israel
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Com o conflito na Faixa de Gaza se arrastando há quase dois anos, seus impactos começam a reverberar no cenário político brasileiro, atingindo a base do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O presidente tem sido alvo de pressões crescentes — inclusive de integrantes do próprio partido — para que o Brasil adote uma posição mais firme contra o governo de Israel.

Durante visita oficial à França nesta semana, Lula foi novamente cobrado por respostas mais contundentes diante das ações israelenses no território palestino. Um abaixo-assinado com 12 mil signatários, incluindo políticos, figuras públicas e ativistas, foi entregue ao presidente, pedindo que o Brasil imponha sanções ao governo de Benjamin Netanyahu, o que incluiria até a ruptura das relações diplomáticas com Tel Aviv.

A iniciativa foi liderada pelo movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), que defende não só o fim dos laços diplomáticos e comerciais, como também um embargo militar contra Israel. Segundo ativistas pró-Palestina, isso daria continuidade a uma série de decisões já tomadas pelo governo desde o início do terceiro mandato de Lula.

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“Lula vem intensificando o tom contra Israel. Durante a presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU, o Brasil tentou negociar um cessar-fogo em Gaza. O governo também cancelou uma licitação com uma empresa israelense para compra de blindados e estamos sem embaixador em Israel há mais de um ano. Esses sinais se somam”, afirmou Ualid Hussein Ali Mohd Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina (Fepal), ao portal Metrópoles.

Embora haja setores do PT que defendem uma postura ainda mais dura em relação ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, parlamentares reconhecem as dificuldades políticas e diplomáticas que envolvem uma eventual ruptura entre Brasília e Tel Aviv.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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