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Quarta-feira, 15 de Abril de 2026

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Capacidade nuclear e espinha dorsal da Força Aérea: conheça o bombardeiro B-52 dos EUA

Três aeronaves B-52, fabricadas pela Boeing e com capacidade de ataque nuclear, sobrevoaram a costa da Venezuela na quarta-feira (15).

Notícias de Porto Velho
Por Notícias de Porto Velho
Capacidade nuclear e espinha dorsal da Força Aérea: conheça o bombardeiro B-52 dos EUA
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Três bombardeiros B-52 da Força Aérea dos Estados Unidos foram vistos sobrevoando uma área próxima da costa da Venezuela na última quarta-feira (15). As aeronaves se juntam a uma frota militar — que inclui navios, um submarino nuclear e caças F-35 — posicionada no mar do Caribe, em meio a uma escalada de tensões com o regime de Nicolás Maduro.

O voo dos B-52 sobre a Região de Informação de Voo (FIR), área sob jurisdição venezuelana, mas fora do território, ocorreu no mesmo dia em que o presidente Donald Trump autorizou operações secretas da CIA no país. A rota traçada pelos aviões, segundo o site FlightRadar, chegou a formar um desenho obsceno, o que especialistas sugerem ser uma estratégia de guerra psicológica.

Conheça o bombardeiro B-52: o mais capaz do arsenal americano

O B-52 é um bombardeiro estratégico fabricado pela Boeing, considerado a “espinha dorsal” da frota americana. Ele tem capacidade para ataque nuclear e é descrito pela fabricante como o “bombardeiro mais capaz em combate do arsenal americano”.

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Características do B-52:

  • Capacidade: Pode carregar até 32 toneladas de armamentos, incluindo mísseis, bombas nucleares e convencionais.
  • Autonomia: Voa por mais de 14.200 km sem precisar reabastecer.
  • Início da operação: 1955.
  • Função: Fornece “capacidade imediata de ataque global” e atua em ataques estratégicos, apoio aéreo aproximado e missões marítimas.
  • Tripulação: Apenas cinco pessoas: piloto, copiloto, oficial de sistemas de combate, navegador e um oficial de combate eletrônico.
Possibilidade de intervenção militar é avaliada por especialistas

Especialistas em política internacional afirmam que o aparato militar enviado pelos EUA ao sul do Caribe é desproporcional para uma operação de combate ao tráfico de drogas. O cientista político Carlos Gustavo Poggio e o doutor Maurício Santoro sugerem que os EUA podem estar se preparando para uma intervenção militar na Venezuela.

O governo americano apoia sua operação no argumento de que Maduro é líder do suposto Cartel de los Soles e o classifica como fugitivo, oferecendo uma recompensa de US$ 50 milhões por sua prisão.

FONTE/CRÉDITOS: Admin User
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