Após somar as duas primeiras derrotas da temporada consecutivamente, o Barcelona reencontrou o caminho das vitórias neste sábado (31). Pela 11ª rodada de La Liga, o mandante no Camp Nou amassou o Alavés, 6 a 1, em mais uma atuação coletiva impressionante, com Raphinha e seu “parceiro ideal” em exibições de gala.
O brasileiro, provavelmente o melhor jogador do mundo neste início de temporada 2025/26, chegou a 17 gols, 15 só pelo Campeonato Espanhol. Capitão, ele abriu o placar aos sete minutos de partida, só empurrando para as redes um cruzamento rasteiro, e fez o terceiro em chute colocado na frente do goleiro.
Em ambos, a assistência foi de Fermín López, em teoria o camisa 10 do esquema de Hansi Flick, mas quem tem muita liberdade para se associar próximo de Raphinha e se complementar ao brasileiro.
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Por que Fermín López é o parceiro ideal de Raphinha
Quando Dani Olmo, titular da campeã do mundo Espanha na última Copa, esteve disponível no Barça, ele não conseguia ser titular de forma consistente. A razão é o jovem Fermín, que não dá espaço para o meia. O garoto de La Masia, de 23 anos, chama atenção como ataca bem a área, mas também sabe recuar para encontrar bons passes.
No primeiro gol, atacou o espaço entre zagueiro e lateral adversário para receber passe em profundidade de Pedri e cruzar para Raphinha marcar. No segundo, que o próprio Fermín marcou, o atacante brasileiro flutuou nas costas dos volantes como um falso nove, abriu em Lamine Yamal e, novamente, o meia apareceu na área para chutar cruzado.
O último tento do capitão culé veio em perde e pressiona do jovem espanhol e bola enfiada na medida. Fermín López une capacidade de assistir e marcar quase na mesma intensidade.
O resto do show do Barcelona veio pelos pés de Yamal. O quarto gol, ainda no fim do primeiro tempo, veio em linda troca de passes, rotações de posição e João Cancelo como pivô antes do camisa 10 mandar uma bomba de fora da área. Na etapa final, com passe de Gabriel Jesus, o jovem fez de cavadinha, além de Anthony Gordon, da mesma forma, em lindo passe de Rodri.
Desempenho que serve para mostrar a superação dos duros reveses para PSG, 4 a 2, e Real Madrid, 2 a 1.
Como foi o show do Barcelona sobre o Alavés
O Barça teve uma efetividade ímpar na primeira parte. Para construir quatro gols, finalizou apenas 10 vezes. Literalmente no primeiro chute, Raphinha abriu o placar. O Alavés assustou de verdade logo na resposta ao primeiro gol, com chute de Abde Rebbach, da marca do pênalti, por cima do gol após contra-ataque. Pouco depois, Lucas Boyé teve cabeçada bloqueada por Rodri.
O rolo compressor culé de verdade começou a partir dos 22, quando Fermín ampliou. Raphinha perdeu um gol sem goleiro sm passe rasteiro de Yamal, mas se redimiu aos 40. No começo dos acréscimos, Yamal fez mais um para aumentar o show.
O Barça foi ainda mais mortal na etapa final. Em quatro chutes, marcou em três. E era para ser quatro tentos, porque a única conclusão errada foi de Karim Adeyemi, debaixo da trave, em linda jogada e passe de Fermín. O alemão isolou de forma inacreditável. Não fez falta.
O Alavés, na reta final, aproveitou recuo errado de Rodri para Mariano Díaz, ex-Real Madrid, marcar belo gol.
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